Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 568 | Maio de 2026 | Campo Mourão - Paraná

INTEGRAÇÃO

integração


Cafeicultores conhecem a estrutura da Coamo e fortalecem vínculo com o cooperativismo

Grupo de cafeicultores na sede da Coamo em Campo Mourão

Cafeicultores da região de Ivaiporã (PR) percorreram diferentes estruturas da cooperativa, incluindo o parque industrial de Campo Mourão

Produtores de café atendidos pela unidade da Coamo em Ivaiporã (Centro-Norte do Paraná) participaram de uma visita técnica à sede da cooperativa, em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), em uma experiência voltada à aproximação dos agricultores com o sistema cooperativista e para o entendimento das etapas que conectam o campo à indústria.

O grupo, formado por cafeicultores de comunidades locais, percorreu diferentes estruturas da cooperativa, incluindo o Memorial Coamo e o parque industrial de Campo Mourão, onde puderam acompanhar de perto o destino da produção que sai de suas propriedades rurais.

De acordo com o gerente da unidade de Ivaiporã, Domingos Carlos Fontana, a iniciativa teve origem em encontros realizados junto aos produtores da região e busca estreitar o relacionamento com esse público. "A proposta é apresentar a cooperativa de forma prática, mostrando a estrutura, valores e o papel que desempenha na valorização da produção agrícola", explica o gerente.

Fontana ressalta que grande parte desses produtores pertence à agricultura familiar, com propriedades de menor porte, mas com forte dedicação à atividade cafeeira. "Ao levá-los até a sede, a Coamo permite que visualizem de perto como o café produzido por eles é beneficiado, industrializado e disponibilizado ao mercado, fortalecendo o interesse em integrar o quadro social e crescer junto com a cooperativa", complementa.

A experiência de acompanhar o processamento do café impactou diretamente a percepção dos produtores sobre a cadeia produtiva. Para o cooperado Edvaldo Garbelini, de Ivaiporã, a visita revelou uma estrutura muito além do que imaginava. Produtor de soja, milho e café, ele destacou que ver de perto a torrefação e o nível tecnológico das indústrias trouxe um novo entendimento sobre a qualidade e o destino da produção. A visita, que contou com a participação de sua família, reforçou a confiança na cooperativa e trouxe motivação para continuar investindo na atividade.

Grupo conhecendo a torrefação de café

Grupo conheceu a estrutura da torrefação de café

Apresentação do processo na produção de café

Apresentação do processo na produção de café

Segundo Garbelini, conhecer o processo industrial fez com que ele passasse a enxergar o café que produz com outros olhos, compreendendo melhor o valor agregado ao produto e despertando interesse em aprimorar e até ampliar a produção na propriedade.

Já para o produtor Marcos Leite, de Lidianópolis, a visita também representou um momento de aprendizado e fortalecimento de sua relação com a cooperativa. Mesmo antes de se tornar associado, ele já mantinha vínculo com a Coamo na comercialização do café e destacou a importância de contar com uma estrutura sólida para apoiar a atividade. "Conhecer a história da cooperativa no memorial e acompanhar a força da Coamo na indústria, reforça a nossa percepção de segurança e estabilidade proporcionada pelo modelo cooperativista". Ele observou que, em um cenário onde há poucos incentivos ao produtor, a atuação da cooperativa tem sido fundamental para a continuidade da cafeicultura na região.

"A iniciativa reforça o compromisso da Coamo em promover a proximidade com o produtor, compartilhar conhecimento e incentivar o desenvolvimento sustentável das propriedades rurais, especialmente entre agricultores familiares", finaliza Marcos.

Produtores recebidos pelo presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini

Produtores foram recebidos pelo presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini

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