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A Coamo avança na construção de uma indústria de etanol de milho no parque industrial, em Campo Mourão, com cronograma em execução e previsão de início das operações em março de 2027. O empreendimento, com investimento de R$ 1,7 bilhão, entra na fase de estruturas civis e montagem de equipamentos, ampliando a participação da cooperativa na industrialização do milho.
O gerente da indústria de etanol de milho da Coamo, Emerson Abrahão Mansano, explica que a obra está na fase de conclusão da terraplenagem, drenagem e pavimentação, com avanço simultâneo das bases civis. “O projeto da caldeira já possui uma evolução geral acima de 70%, com testes hidrostáticos realizados. A maioria dos equipamentos já foi adquirida e está em fase de fabricação ou expedição, e a montagem de alguns tanques já iniciou”, informa.
Para os próximos meses, o foco será a intensificação das montagens eletromecânicas, que já estão mobilizadas no canteiro. “O cronograma de execução está avançando conforme previsto e registra aproximadamente 45% de avanço. Atualmente, cerca de 700 trabalhadores atuam na construção, com previsão de aumento gradual. A expectativa é atingir aproximadamente 2.000 pessoas no pico das atividades”, afirma.
Quando estiver em funcionamento, a indústria terá capacidade de processamento de 1.700 toneladas de milho por dia. A produção estimada inclui 750 metros cúbicos de etanol por dia, 510 toneladas de DDGs, 36 toneladas de óleo e cogeração de 30 megawatts de energia. De acordo com Mansano, as principais etapas de montagem devem ser concluídas até fevereiro do próximo ano. “A previsão é iniciar a operação da planta em março de 2027”, diz.
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