O sonho da industrialização na Coamo está completando 50 anos em 2025. Iniciou em 1975, cinco anos após a fundação da cooperativa, com o primeiro moinho de trigo. Impulsionada pela demanda, a industrialização da Coamo cresceu e resultou na construção de um novo e moderno moinho de trigo há dez anos no próprio parque industrial da cooperativa em Campo Mourão.
“Tínhamos a ideia de produzir trigo. Na sequência, arrendamos um moinho em Mamborê, que também foi um avanço para aumentar a quantidade e qualidade da farinha. Depois do trigo, veio o avanço na verticalização com o processamento e industrialização da soja e outras fábricas. E há 10 anos voltando às nossas raízes, inauguramos um grande e moderno moinho em nosso parque industrial. Então, somos um grande produtor de farinha e vendemos para todos os Estados do nosso país”, conta José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente do Conselho de Administração da Coamo.
Para o presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, a celebração dos 50 anos do início do primeiro moinho de trigo está relacionada à visão e ao investimento da cooperativa em tecnologia para agregar valor à produção dos cooperados. “Tudo o que a Coamo faz, faz bem-feito. Temos a tecnologia em todos os lugares. O investimento da cooperativa é com o esmero, que realmente merece o trato do dinheiro do cooperado.
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Estamos investindo para dar o melhor retorno para o quadro social, para criar oportunidades para a comunidade, empregos e em uma coisa que seja duradoura e tem que ser bem-feita. A Coamo tem isso desde a fundação, de sempre fazer o certo e com qualidade”, explica.
Galinari lembra que o jeito de ser da Coamo é notável. “Quando ninguém imaginava o que seria do primeiro moinho de trigo, quando nem produto direito se tinha, a Coamo já pensava na frente, no futuro. A modernidade e a inovação vieram junto com a industrialização.
O que temos hoje, com o moinho, a indústria de rações e o etanol de milho que está vindo é uma comprovação de que todas as nossas indústrias têm modernidade e tecnologias, e assim vamos com origem, transformando os campos das nossas regiões e os colocando nas mesas das famílias brasileiras e de vários países, e em vários continentes no mercado externo”, finaliza.
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