Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 563 | Novembro de 2025 | Campo Mourão - Paraná

RAÇÕES COAMO

Rações Coamo e evolução da pecuária

Cooperados adotam tecnologias para melhorar o desempenho dos rebanhos

Cooperado José Carlos Dadalto junto ao cocho alimentando o gado

Cooperado José Carlos Dadalto, de Barbosa Ferraz (PR), integra o uso das rações ao manejo desenvolvido na pecuária

As rações Coamo têm ampliado a participação no sistema de produção dos cooperados e assumido papel importante no manejo adotado por pecuaristas que buscam regularidade na alimentação, planejamento do confinamento e acompanhamento técnico contínuo. Essa evolução é notada em diversas propriedades, como a do cooperado José Carlos Dadalto, de Barbosa Ferraz (Centro-Oeste do Paraná), que integra o uso das rações ao manejo desenvolvido na pecuária. “A ração já vem pronta, então hoje é muita facilidade”, afirma o cooperado ao comentar as mudanças na rotina produtiva.

Dadalto é cooperado da Coamo desde a abertura da unidade em Barbosa Ferraz, há 46 anos, e trabalha com confinamento há mais de 30 anos. Ele relata que a assistência técnica da cooperativa sempre esteve presente na propriedade e contribui para o desenvolvimento contínuo da atividade. “Antigamente sofríamos bem mais. Hoje, boa parte do processo é mecanizado. Os profissionais da Coamo passam as orientações e seguimos todas. É um trabalho de parceria.”

Cooperado José Carlos Dadalto conversando com a médica veterinária Yasmin Bueno Bagini

Cooperado José Carlos Dadalto, com a médica veterinária, Yasmin Bueno Bagini, da Coamo em Barbosa Ferraz

O sistema adotado na propriedade envolve cria e recria. Parte do rebanho é formada em outra área, localizada em Roncador. Após esse período, os animais permanecem no pasto até aproximadamente dois anos, quando são transferidos ao confinamento. A média anual gira em torno de 100 bois confinados, mas essa quantidade pode variar conforme a qualidade do lote disponível. “Esse ano foi menos, porque tinha uma boiada muito pequena no pasto. Então são 60 animais”, conta o cooperado.

Ele adotou as rações Coamo recentemente e revela que os animais aceitaram bem desde o início. Segundo ele, a resposta do rebanho pode ser observada principalmente no tempo de terminação. “Os bois com 60 dias, se quiséssemos abater, podíamos. Geralmente, os animais saem com 19 ou 20 arrobas.” Ao comparar com períodos anteriores, ele relata que sempre manteve constância no manejo. “Eu sempre fui de fazer tudo certo. Os animais são tratados três vezes por dia. Agora que é o segundo ano que eu vou fazer uma experiência melhor com a ração Coamo, mas já adianto que houve uma grande evolução.”

Além das rações, Dadalto utiliza outros insumos disponibilizados pela cooperativa, especialmente na área veterinária. “Aproveito as campanhas realizadas pela cooperativa e adquiro tudo o que preciso. A ração mesmo foi adquirida na campanha. Dá tempo de engordar os bois, vender e depois pagar das despesas.”

O manejo da propriedade é acompanhado pela médica veterinária, Yasmin Bueno Bagini, da Coamo em Barbosa Ferraz. O trabalho envolve orientação técnica, planejamento e cálculos que consideram as necessidades específicas do sistema adotado pelo cooperado. “O seu José sempre vai na Coamo. A gente conversa e procura implantar na propriedade o que vai ter melhor benefício.”

Sobre as rações Coamo, Yasmin reforça a importância da confiabilidade do produto para alcançar resultados consistentes. De acordo com ela, essa segurança é determinante para a adoção pelos cooperados. “A Coamo oferece um produto de alta qualidade e os cooperados sabem disso. Eles confiam que estão usando um produto que vai agregar na alimentação dos animais.”

Médico veterinário Gustavo dos Santos Pitlovanciv conversando com o cooperado Marcio Lobachoski no barracão

Médico veterinário, Gustavo dos Santos Pitlovanciv, com o cooperado Marcio Lobachoski

O cooperado Márcio Lobachoski, de Pitanga (Centro do Paraná), trabalha com produção de leite há mais de 20 anos. Ele diz que nesse período enfrentou desafios e acompanhou mudanças importantes no manejo. “Antes, tínhamos 15 animais que produziam 300 litros de leite por dia. Hoje temos 20 animais produzindo 600 litros. O aumento da produção está relacionado ao uso de genética e ao acompanhamento técnico.” Lobachoski utiliza as rações Coamo desde a abertura da indústria, em agosto de 2024.

Ele relata a boa aceitação das vacas para a ração Coamo. “Os animais sabem que tem um produto de qualidade. É palatável e cheirosa e isso ajuda na introdução da dieta. A adoção das rações trouxe impactos diretos na produtividade. Nós estávamos com 28 litros de média por animal e agora estamos com 35. Isso é graças à ração e à assistência oferecida pela cooperativa.”

Segundo o cooperado, a relação com a Coamo é antiga. “Eu mesmo sou cooperado há oito anos, mas antes eu movimentava na matrícula do meu pai.” Ele também destaca que a rotina da atividade exige dedicação constante. “O leite tem um mercado instável, tem que gostar da atividade.”

Família Lobachoski: Daniele, José Rafael e Marcio junto aos sacos de ração Coamo

Daniele, José Rafael e Marcio Lobachoski

Lobachoski reitera as campanhas veterinárias realizadas pela Coamo como parte importante do planejamento financeiro da propriedade. “Nas campanhas a gente consegue ter prazo e uma garantia de melhor preço.”

O manejo nutricional do rebanho é acompanhado pelo médico veterinário, Gustavo dos Santos Pitlovanciv. Ele explica que as rações Coamo estão presentes na dieta das vacas em vários momentos ao longo do dia. “As vacas recebem parte na hora da ordenha. Fizemos um ajuste e jogamos o restante que elas precisam de acordo com a produtividade.”

Segundo o veterinário, a constância no consumo das rações está relacionada à composição dos produtos. “Vem uma carga de ração, os animais consomem. Vem outra carga de ração, o consumo é o mesmo. A produtividade é a mesma, não oscila. Sempre temos uma matéria-prima de muita qualidade na produção da ração.”

Pitlovanciv ressalta que o planejamento por meio das campanhas de insumos da Coamo é um recurso importante para os cooperados e as condições de compra permitem um melhor planejamento. “O cooperado consegue se organizar por um período e não fica à mercê de mercado. Se a ração estourar, se preços de insumos como farelo de soja ou milho subirem, a Coamo vai entregar pelo preço travado na campanha. Isso vale para medicamentos e minerais, que também podem ser adquiridos nas campanhas.”

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