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Ana Carolina Frabi Américo, de Araruna, revela que a participação na cooperativa começou ainda na infância. A aproximação veio por meio da família. O pai e a mãe sempre estiveram presentes nas atividades e eventos da cooperativa, levando os filhos para acompanhar esses momentos. “Eu cresci nesse ambiente e aprendi desde cedo a gostar do trabalho na agricultura e da cooperativa”, conta.
A convivência com a Coamo e a Credicoamo desde cedo também se relaciona à forma como Ana Carolina participa dos encontros voltados às mulheres. Para ela, a programação cria oportunidades de convivência e aprendizado, além da troca de experiências com participantes da própria unidade e de outras cidades. “É um momento muito valioso. São palestras muito positivas, muito construtivas e nós conseguimos conversar com as pessoas que são da nossa unidade e de outras cidades. A gente tem essa troca de conhecimento.”
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Célia Aparecida Onofre, de Peabiru, destaca a oportunidade de reunir as mulheres em uma programação voltada especificamente para elas. Segundo ela, no campo, homens e mulheres participam juntos das atividades, mas o encontro reserva um período para tratar da participação feminina no cooperativismo. Para Célia, reservar um dia do ano para essa convivência permite sair da rotina. “Eu tenho uma sensação de liberdade. É muito proveitoso, é muito bom”, frisa.
A participação de Célia nas atividades da cooperativa também faz parte da rotina em Peabiru, incluindo os cursos de culinária. “Estou sempre envolvida e isso ajuda no meu desenvolvimento pessoal e profissional. Temos que tirar um dia do ano para esses eventos.”
Liriel Vitória Batista da Silva, de Roncador, também precisou organizar as atividades da propriedade para participar do encontro. A rotina começou cedo, com o trabalho na produção de leite, antes de seguir para o evento. Para ela, a iniciativa representa uma oportunidade de deixar momentaneamente as tarefas do campo, conhecer outras mulheres e refletir sobre a participação feminina na propriedade, na família e na cooperativa. “É um dia que a gente se diverte, que a gente conhece outras pessoas, que a gente vê a importância que o nosso serviço tem no campo, na nossa família.”
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